quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Saiba alguns critérios que permitem isenção no Imposto de Renda
Pessoas com determinadas doenças têm direito à isenção do Imposto de Renda, mesmo que tenham recebido rendimentos como aposentadoria, pensão por invalidez ou pensão alimentícia – não importando o valor recebido.
isenção no Imposto de Renda

Mas certas condições, como a deficiência física e auditiva, ainda não estão contempladas nesta lista, embora já existam projetos de lei no Congresso Nacional 
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que pretendem incluí-las no grupo de isenção.

No caso de um adulto com autismo, Oliveira explica que a mãe ou pai podem declará-lo como dependente, não importando sua idade. "Ela poderá aproveitar despesas médicas que têm com ele [para abater o Imposto de Renda]".
Segundo a Receita Federal 
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, se a pessoa a doença exerce uma atividade profissional  – seja autônomo ou empregado – e ainda não tenha se aposentado, não tem direito à isenção do imposto

Caso o contribuinte seja isento pelas regras do Fisco, é preciso procurar um serviço médico oficial da União, dos Estados ou Municípios para fazer um laudo pericial que comprove a moléstia.
Se o laudo for emitido por um médico da fonte pagadora – como o INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) –, o imposto deixa de ser retido na fonte automaticamente, de acordo com a Receita.
Apesar de nem todas as pessoas com deficiência física e intelectual (incluindo autismo) terem direito a isenção do IR, ele já são isentos, por lei, de pagar IPI (Imposto sobre Veículos Industrializados) e IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) na aquisição de veículos.
Confira a lista de doenças graves que permitem isenção do Imposto de Renda:
– AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida)
– Alienação mental
– Cardiopatia grave
– Cegueira
– Contaminação por radiação
– Doença de Paget em estados avançados (Osteíte deformante)
– Doença de Parkinson
– Esclerose múltipla
– Espondiloartrose anquilosante
– Fibrose cística (Mucoviscidose)
– Hanseníase
– Nefropatia grave
– Hepatopatia grave (nos casos de hepatopatia grave somente serão isentos os rendimentos auferidos a partir de 01/01/2005)
– Neoplasia maligna
– Paralisia irreversível e incapacitante
– Tuberculose ativa
Fonte: IG Economia

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Estudantes criam moto adaptada para cadeirantes
Os alunos modificaram uma motocicleta e a transformaram em um triciclo.


Estudantes de um curso técnico de mecânica criaram uma moto adaptada para pessoas com deficiência física que usam cadeira de rodas. Foram seis meses para construir o veículo.
O projeto, desenvolvido no município de Aracruz, Espírito Santo, custou aproximadamente R$ 2,5 mil. Os alunos modificaram uma motocicleta e a transformaram em um triciclo. Entre as mudanças, está um câmbio manual para passar marchas com as mãos, uma rampa para o acesso à moto e mais uma roda traseira.
Para usar o veículo, o motorista não precisa sair da cadeira de rodas. A ideia foi inspirada em um amigo do estudante Mauro Leal. “Ele sofreu um acidente e hoje é paraplégico. E a gente vê que ele gosta muito de se mover e tem uma dificuldade enorme. Daí veio a ideia de dar mais locomoção”, contou.
O projeto ainda precisa passar por ajustes antes de ir para as ruas. Para o professor do curso técnico de mecânica, Jaderson Bozi, o veículo pode ajudar muitas pessoas com deficiência. “Eles visaram a dificuldade que as pessoas com restrição de mobilidade tem e colocam em prática aquele conhecimento que adquiriram ao longo do curso” , disse o professor.
Fonte e crédito da imagem: G1 / TV Gazeta

sábado, 9 de setembro de 2017

Cinco aplicativos para pessoas com deficiência
Confira cinco aplicativos que auxiliam na acessibilidade, inclusão e rotina de pessoas com deficiência.

Acessar aplicativos, informações e entrar em redes sociais com o celular tem se tornado ação comum para pessoas com deficiência física, visual, intelectual e motora. Preparamos cinco novidades que contribuem com a rotina destas pessoas.
Confira abaixo:
  1.  Sistema IOS disponibiliza o Voice Ouver
    Um leitor de tela que permite pessoas com deficiência visual ingressarem em aplicativos, redes sociais e desta forma alcançam autonomia na rotina de trabalho, estudos e comunicação digital. Ele permite que com toque de tela sejam acessadas informações sonoras sobre o conteúdo que se deseja conhecer.
  2. Talk Back – Disponível em sistema Android permite leitura de tela para cegos. O sistema permite leitura parcial de aplicativos baixados nos smarthphones.
  3. Guiaderodas – Alternativa para que ambientes abertos ao público, restaurantes e bares possam se adequar às pessoas com deficiência física. Por meio de questionário os cadeirantes ficam informados sobre ambientes preparados evitando assim constrangimentos.
  4. Handtalk – Permite a comunicação com deficiência auditiva. Através de tradução para a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras). O recurso está disponível em Android e IOS.
  5. Aramuno – Facilita aprendizagem de pessoas com dislexia, dificuldades de aprendizado ou com deficiência visual. Em um jogo com bolhas flutuantes na tela do celular, uma espécie de palavras cruzadas em que o jogador deve formar palavras com sílabas, ampliar o vocabulário e estimular a aprendizagem através de interface atraente e pode ser baixado nos dispositivos com Android.
    Fonte: G1 
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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Idosos e PCDs podem receber benefício mesmo sem contribuição ao INSS
Saiba como é possível receber o Benefício de Prestação Conitnuada; para fazer o pedido, há requisitos como baixa renda.

contribuição ao INSS

O governo federal está analisando o Benefício de Prestação Continuada (BPC), destinado a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda. No Rio Grande do Sul, até agora, o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) identificou 3.018 beneficiários inaptos ao benecífio acima de um salário mínimo por mês (R$ 937).
A renda dessas pessoas seria maior do que a exigida para receber o benefício. Mas a renda não é o único critério para entrar no programa. O BPC garante um salário mínimo (R$ 937) mensal aos beneficiários. É destinado a idosos com 65 anos ou mais ou pessoas com deficiência de qualquer idade impedidos de terem uma vida profissional regular.

Sem 13º salário e pensão

No caso das pessoas com deficiência, é necessário passar por avaliação médica e social junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O BPC não pode ser acumulado, por exemplo, com seguro-desemprego, aposentadoria e pensão. E a regra atual exige que o beneficiário faça uma declaração de que não recebe outro benefício no âmbito da Seguridade Social.
Não é necessário pagar intermediários para alcançar o benefício. Como é assistencial, não é necessário ter contribuído para o INSS para ter direito ao BPC. Não há pagamento de 13º salário nem deixa pensão por morte.

Entenda o Benefício de Prestação Continuada

Para quem é o BPC:
– Idosos com 65 anos de idade ou mais.
– Pessoa com deficiência, de qualquer idade. Neste caso, é considerada deficiência aquela que apresenta impedimentos de longo prazo (mínimo de dois anos) de natureza física, mental, intelectual ou sensorial e que podem impedir a participação plena na sociedade em igualdade com as demais pessoas.
– Para a pessoa com deficiência, deverá ser realizada a avaliação em duas etapas por assistentes sociais e médicos peritos do INSS.

O que o INSS exige para pagar o BPC:
– Renda por pessoa do grupo familiar equivalente a um quarto do salário mínimo (R$ 234,25). Fazem parte do cálculo dessa renda o titular do BPC, o cônjuge ou companheiro, os pais, madrasta ou padrasto (caso ausente o pai ou mãe, nunca ambos), irmãos solteiros, filhos e enteados solteiros e menores tutelados.
– Não estar recebendo outro benefício da Seguridade Social (como aposentadorias e pensão). É necessário declarar que não recebe outro benefício no âmbito da Seguridade Social.
– Estar inscrito no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) antes da apresentação de requerimento ao INSS.
– O requerente e todos os membros da família devem estar cadastrados no CPF, cujos números devem ser apresentados ao pedir o benefício.

Como solicitar o BPC:
– O cidadão pode procurar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de seu município para receber as informações sobre como preencher os formulários e encaminhar o BPC. Confira neste link da prefeitura de Porto Alegre os endereços dos Cras da Capital.
– É possível agendar atendimento direto no INSS pelo telefone 135 da Central de Atendimento da Previdência Social (ligação gratuita) ou por meio da ferramenta online da Previdência.

Documentos e formulários necessários:

– Documento de identificação do titular (ao requerente maior de dezesseis anos de idade poderá ser solicitado documento de identificação oficial com fotografia).
– Formulários preenchidos e assinados, de acordo a situação do titular. Um deles é de preenchimento obrigatório em todos os casos. Outro é apenas para quem deseja renunciar outro benefício.
– Termo de Tutela, no caso de menores de 18 anos filhos de pais falecidos ou desaparecidos ou que tenham sido destituídos do poder familiar.
– Documento que comprove regime de semiliberdade, liberdade assistida ou outra medida em meio aberto, emitido pelo órgão competente de Segurança Pública estadual ou federal, no caso de adolescentes com deficiência em cumprimento de medida socioeducativa.
– Documento de identificação e procuração no caso de representante legal do requerente.

Outras informações:

– Em caso de mais dúvidas, a orientação é ligar para a Central de Atendimento do INSS pelo telefone 135.
– O serviço está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

1% dos brasileiros com deficiência está no mercado de trabalho
Apenas 403.255 estão empregados, o que corresponde a menos de 1% das 45 milhões de pessoas com deficiência no país.

mercado de trabalho para deficientes

Há seis anos, Diones Gonçalves da Silva, de 29 anos, trabalha em um hospital como auxiliar de hotelaria. Ele tem deficiência intelectual e dificuldade de aprender a ler e escrever. “Têm algumas pessoas que não tratam a gente muito bem por causa da deficiência, não tratam a gente como outro ser humano”, disse Diones. “Mas isso está melhorando muito, as pessoas estão cada vez mais conscientes de nos tratar com mais respeito e apoio”.
Quase 24% dos brasileiros (45 milhões de pessoas) possuem algum tipo de deficiência, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Assim como Diones, muitos enfrentam dificuldades de inserção social, e exercer uma função profissional pode ajudar a ultrapassar essas dificuldades. Apesar da importância e da obrigatoriedade legal, a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal ainda é pequena. Apenas 403.255 estão empregados, o que corresponde a menos de 1% das 45 milhões de pessoas com deficiência no país.
Considerando-se apenas a participação de pessoas com deficiência intelectual, vem crescendo no mercado de trabalho formal. De 25.332 trabalhadores em 2013 passou para 32.144 em 2015, último período de dados disponíveis da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).
Diones já desempenhou várias funções dentro do hospital e, antes disso, já havia trabalhado em dois supermercados. Ela participou por oito anos na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Distrito Federal (Apae-DF) e está muito feliz com o acompanhamento que ainda recebe da associação e com o bom tratamento que recebe dos colegas do hospital. “Na Apae aprendi a fazer meu nome e já sei ler algumas palavras”, disse ele, que reforçou os estudos para conseguir ser promovido no trabalho.
A coordenadora do Setor de Inserção no Mercado de Trabalho da Apae-DF, Adriana Lotti, explica que as pessoas com deficiência estão mostrando sua capacidade, mas que poucos empregadores dão oportunidade de trabalho pensando na função social. Grande parte ainda o faz apenas para cumprir a cota. “De qualquer forma, é uma maneira de irem para o trabalho e mostrar que são profissionais, são bons trabalhadores”, disse.
Segundo a Lei de Cotas (Lei nº 8213/1991), se a empresa tem entre 100 e 200 empregados, 2% das vagas devem ser garantidas a beneficiários reabilitados e pessoas com deficiência. A porcentagem varia de acordo com o número total de contratados, chegando a um máximo de 5% caso haja mais de 1.001 funcionários. A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2005), segundo Adriana, pode ajudar a mudar essa cultura, mas no longo prazo.
“Às vezes, acho que as pessoas têm medo por que não sabem lidar com a pessoa com deficiência intelectual, sendo que é muito simples, não tem uma fórmula, é só tratá-la como um funcionário como outro qualquer. Só que ela têm de ser respeitada, às vezes, na lentidão ou em alguma atividade, mas ela vai conseguir fazer o trabalho”, disse a coordenadora.
Ela explica, inclusive, que as pessoas com deficiência precisam ser cobradas no cumprimento da função da mesma forma, em relação a pontualidade, por exemplo. “Eles não são coitadinhos, são pessoas como nós que precisam de uma chance para mostrar que são excelentes profissionais, que são produtivos”, disse.
Hoje, a Apae-DF faz o acompanhamento de 216 pessoas que estão no mercado competitivo, distribuídas em 52 empresas. Durante o tempo que a pessoa passa na instituição, recebe capacitação para ser um bom profissional, aprende as normas, direitos e deveres e respeito à hierarquia, por exemplo. A capacitação para atividade fim que vai desempenhar é feita, em geral, na própria empresa.
Além do acompanhamento, a associação encaminha as pessoas para o trabalho apoiado, aquelas que têm uma deficiência mais severa e que necessitam de outra pessoa durante o trabalho. Nesse caso, a qualificação acontece dentro da Apae-DF e os profissionais são encaminhados, geralmente, para órgãos públicos.
Fiscalização e multa
Segundo a secretária de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho, Maria Teresa Pacheco Jensen, caso as empresas cumprissem a lei, o número de pessoas com deficiência que estão empregadas seria maior. Os auditores-fiscais atuam na fiscalização e, para ela, existe mesmo uma resistência ou dificuldade das empresas contratarem pessoas com deficiência, porque muitas, inicialmente, preferem pagar as multas, que vão de R$ de 2,2 mil a R$ 228 mil.
Ela conta, no entanto, que o Ministério do Trabalho celebra acordos de compromisso e orienta e acompanha as empresas na contratação de pessoas com deficiência e no desenvolvimento de programas de aprendizagem.
“É mais uma questão de conscientização. A pessoa com deficiência tem o direito a exercer todas as funções, cabe ao empregador fazer os ajustes necessários”, explicou Maria Teresa. “Não é um favor, é uma função social. Queremos mudar essa visão e tirar a ideia que a pessoa com deficiência deve receber tratamento assistencial. Ela não quer isso e não seria bom para a sociedade. Não queremos o modelo de assistencialismo, queremos o modelo de inclusão”.

Participação da família

A procuradora do Trabalho, Maria Aparecida Gurgel, explicou que alguns dispositivos da lei de inclusão poderiam ser regulamentados e melhor explorados, como o trabalho apoiado e a capacitação pelas próprias empresas, a exemplo do que é feito pela Apae-DF. Para ela, as empresas também devem abrir oportunidades para as pessoas com deficiência intelectual em todas as funções.
“Nós estamos em um processo de mudança de cultura e como temos jovens e adultos com deficiência intelectual empregados, temos que aprender com esse sistema. O que foi feito para que essa pessoas estejam no mercado de trabalho?”, questionou, argumentando que Estado e sociedade civil têm seu papel nessa inserção.
Ela ressalta, entretanto que a família também é extremamente importante para o desenvolvimento profissional da pessoa com deficiência intelectual. “A família tem que acreditar nas suas potencialidades. Todos os pais e mães querem proteger o seu filho, e na área da deficiência intelectual, há uma proteção necessária, mas não há uma crença nas potencialidades de aprendizagem para o desempenho de funções”, disse Maria Aparecida. “Temos que quebrar essa cultura de que a pessoa com déficit cognitivo não aprende e não pode trabalhar ou que vai trabalhar somente em cargos de menores”, disse.
A coordenadora da Apae-DF, Adriana Lotti, explica que a família também é essencial após a inserção no mercado, porque é ela quem vai observar se a pessoa com deficiência relatar alguma dificuldade e ainda se ela está cumprindo suas obrigações, como os horários e os uniformes, por exemplo.
Fonte: IstoÉ 
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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Uber de mulher pra mulher chega a outras cidades
Uber de mulher pra mulher
Foto: Fernanda Moura/Tribuna do Ceará
A ideia do Uber feminino está se espalhando por várias capitais brasileiras. São carros em que mulheres dirigem para passageiras também do sexo feminino, para evitar que haja assédio e piadinhas de mau gosto durante a viagem.
Depois do aplicativo Lady Driver, lançado em março deste ano em São Paulo, agora o Divas Flor está rodando nas ruas do Ceará.
O Divas For, foi em criado em junho pela motorista Eveline Carolina e duas amigas – Monique e Cibele – e há um mês o aplicativo cearense está no ar.
“Eu era motorista do Uber, e muitas mulheres relatavam que tinham medo de andar com homens, principalmente no horário da noite. Então, fui pensando em criar um aplicativo que podia deixar elas (sic) mais à vontade e sem chance de sofrerem assédio”, relata.
As proprietárias contrataram uma empresa que administra o app, que só está disponível em celulares com o sistema operacional Android.
Os carros também tem suas especificidades. Devem ser acima de 2008, possuir quatro portas e ar-condicionado.
Vantagens
A vantagem para as motoristas parceiras do Divas For é que não há divisão dos valores da corrida com a administração do aplicativo, diferentemente dos concorrentes.
Todo o valor arrecadado é das motoristas, que pagam para a central um valor mensal de R$ 200 – também bastante abaixo do custo que motoristas repassam, por exemplo, para o Uber mensalmente.
Os valores das tarifas são semelhantes ao Uber. Cada quilômetro custa R$ 1,20 e o minuto é R$ 0,15. Já a tarifa base sai no valor de R$ 2,50 e o preço mínimo de cada viagem é de R$ 6,75.
Homens
Apesar do foco ser feminino, homens acompanhados de mulheres também pode realizar as viagens.
“A nossa restrição é no cadastro que só pode ser feito por mulheres. Porém, as mulheres acompanhadas de namorados e filhos podem entrar no carro normalmente”, finaliza.
Lady Driver
Já a Lady Driver, de São Paulo, cadastrou em menos de seis meses mais de 8 mil motoristas na capital e em Guarulhos, na Grande SP.
Agora o ‘Uber feminino” quer expandir o serviço para o Rio de Janeiro.
A fundadora e hoje CEO da Lady Driver conta que criou o serviço após ter sofrido assédio.
“Ele (o motorista) me buscou na porta de casa e chegou a mudar o caminho. Cheguei bem, graças a Deus, mas comecei a pensar quantas mulheres passam por isso diariamente. A gente se sente mais segura e tranquila com outra mulher”, disse Gabriela Correa, de 35 anos.
Ela comanda a empresa, que tem 15 funcionários.
Gabriela diz que o serviço serve também para proteger as profissionais.
“Era uma demanda das mulheres que dirigiam e para quem ninguém olhava. Valorizamos o trabalho delas”, contou.
“O nosso trabalho serve para mostrar que temos voz, que o assédio não é uma coisa rara.”
Serviço
Baixe os aplicativos nos links abaixo:
Divas For  (GooglePlay)
Lady Driver (GooglePlay)
LadyDriver (AppleStore)

Com informações da PEGN e TribunaDoCeará

domingo, 3 de setembro de 2017

Repórter ao vivo salva homem preso em caminhão na enchente
Repórter ao vivo salva homem

Uma repórter ajudou a resgatar um homem preso em um caminhão quase submerso em Houston, no Texas, EUA, após a passagem do furacão Harvey. (vídeo abaixo)
Brandi Smith, do canal KHOU 11, que trabalhava com o cinegrafista Mario Sandoval, fazia uma entrada ao vivo neste domingo para falar sobre os estragos na cidade, quando eles perceberam o veículo nas proximidades de uma ponte.
Enquanto ela narrava a situação, passou uma equipe de resgate equipada com um barco.
A repórter parou a viatura e pediu ajuda ao vivo. Os policiais, que se dirigiam para outra operação, desceram para ajudar o motorista preso.
O caminhão ficou preso ao tentar circular por uma estrada inundada, onde as águas chegavam a três metros de profundidade.
“Vimos que os limpadores do veículo ainda estavam funcionando e, quando chegamos mais perto, percebemos movimento na cabine do caminhão. Tínhamos que tentar ajudá-lo”, disse a repórter.
A operação deu certo.
O motorista, identificado apenas como Robert, foi resgatado pela janela do caminhão.
Autoridades americanas estimam que o furacão Harvey levou desde sexta-feira mais de 75 cm de chuva para Houston, transformando ruas em rios.
Assista a entrada ao vivo, em que ela vê o motorista dentro do caminhão e avisa a polícia:
Com informações da BBC
A história do jovem com Down que criou sua marca de brigadeiro
Downlicia marca de brigadeiros

Conheça a história de Gabriel Bernardes de Lima, que aos 21 anos lançou sua marca própria de brigadeiro, em São Paulo

Gabriel Bernardes de Lima, 21 anos, começou, em abril, a fazer brigadeiros gourmet para vender. Como qualquer jovem, já faz grandes planos para o dinheiro que tem ganhado. “Quero comprar um carro e ter a minha própria loja”. Gabriel tem síndrome de Down.
O projeto ainda levará algum tempo para ser realizado, mas ele já contribui com as contas da casa em que mora com a mãe, a secretária Martha, e a irmã mais velha, Carolina, 22, em um bairro da zona sul de São Paulo.
Antes de ser um negócio, a Downlicia –marca dos brigadeiros de Gabriel – é mais um esforço de Martha para mostrar que a síndrome não é empecilho para uma vida independente.

Cozinheiro precoce

“O Gabriel começou a se interessar por cozinhar com uns nove anos. Ele fazia sanduíches e sucos. Já maior, eu o ensinei a mexer no fogão, e ele aprendeu a fazer café, fritar ovo… Quando falava para alguém o que ele sabia fazer, percebia que a pessoa me olhava desacreditando. Foi assim que tive a ideia de gravar os vídeos”, fala Martha. A primeira gravação postada no YouTube por Martha – que aprendeu fuçando na internet a editar e a postar na plataforma– mostra o rapaz passando um cafezinho no coador.
Depois vieram vídeos dele fazendo macarrão com molho branco, bolo de coco e pastel. Entre uma receita e outra, a secretária gravava outras cenas do cotidiano do filho, como ele se barbeando e fazendo aulas de bateria.
A iniciativa teve como objetivo inicial mostrar a vida autônoma que o rapaz leva. Segundo a mãe, Gabriel entende melhor os percursos de metrô do que ela. Sai sozinho para resolver tarefas do dia a dia e tem conta em banco.

Surge um negócio

Em abril, depois de postar um vídeo no qual Gabriel aparecia fazendo brigadeiro de limão e de café, os conhecidos começaram a perguntar para Martha se eles estavam vendendo os doces. A secretária pensou: “Por que não?”, afinal, já pensava em ajudá-lo a encontrar um emprego.
A secretária enfrentava sérias dificuldades financeiras desde 2015, quando viu minguar o seu negócio, que era agenciar DJs para tocar em clubes e festas. Sem contar com a ajuda financeira –nem a presença– do pai dos filhos, Martha teve de sair do apartamento alugado em que vivia para um bem mais simples, sem contrato formal.
A situação ficou difícil a ponto de ela ter de pedir ao padre da paróquia do bairro uma cesta básica mensal para a família. “Chegamos a não ter nada em casa para comer”, conta ela, que, logo depois, começou a trabalhar na secretaria da igreja, sua ocupação atual.

Cliente famosa

As primeiras encomendas vieram de pessoas conhecidas, mas o negócio engrenou. Os pedidos agora chegam via redes sociais. A página da Downlicia no Facebook 
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 tem mais de 13 mil curtidas. No Instagram, Gabriel tem quase 4.400 seguidores. “Não sei como os brigadeiros chegaram na youtuber Kéfera, que até gravou um vídeo no Stories mostrando os doces e o folheto da marca”, diz a mãe.

Agora Gabriel concilia a produção dos brigadeiros com os estudos –ele está no nono ano de uma escola especial— e os passatempos típicos da idade. “Jogo videogame e vou na balada.” Questionado sobre o tipo de música que gosta, ele responde rapidinho: “Rap e funk”.
Fonte: Estilo Uo
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